Dados vivos · atualizados na mesma rotina semanal do resto do site
Mapas e gráficos
Todos os mapas e gráficos que estavam na página inicial, agrupados aqui. Nenhum dado mudou — só o lugar onde vivem no site.
Mapas geográficos
Sete leituras geográficas dos mesmos registros: verificação municipal, cobertura, natureza dos atos, risco projetado, municípios prioritários, cidades que decretaram emergência e transferências de recursos. Passe o mouse (ou navegue com Tab) sobre qualquer estado ou ponto para o detalhe.
1 · Verificação municipal: atos localizados
— municípios verificados com algum documento: plano preventivo ou decreto reativo de emergência. Cores distinguem o tipo de ato (passe o mouse).
2 · Cobertura: % de municípios com ato
Percentual de municípios do estado com algum ato formal; quanto mais escuro, maior o percentual.
3 · Natureza dos atos: decretos reativos ou planos preventivos?
Em cada estado com atos, o que predomina; hachura = nenhum ato identificado.
4 · Risco projetado × instrumento estadual
Relação entre o risco projetado nos Boletins nº 1 e 2 do Painel El Niño e a área coberta pelo instrumento estadual vigente.
Ver em tabela: risco e instrumento de cada estado (com definições)
| UF | Risco projetado (Boletins nº 1–2) | Área do instrumento estadual |
|---|
5 · Municípios prioritários — quem já publicou, quem ainda não
— municípios prioritários do Cadastro Nacional de Suscetíveis: — já têm instrumento localizado (ponto cheio); os demais aparecem tracejados.
Como esta lista foi montada
O Cadastro Nacional de Municípios Suscetíveis a enxurradas, inundações e deslizamentos (Nota Técnica nº 1/2025/SADJ-VI/SEPAC/CC/PR, Casa Civil) tem a lista nominal restrita a login no portal do Ministério. Este mapa usa uma aproximação transparente: em cada estado, os municípios de maior população, na mesma quantidade da nota técnica. Ponto tracejado significa "não localizamos até o corte", nunca "não existe".
6 · Cidades que decretaram emergência
— cidades que decretaram situação de emergência ou calamidade pública, localizadas em fontes oficiais até o corte. Passe o mouse para ver data e causa.
Por que estes decretos não entram no índice
Decretos de emergência são atos de resposta a dano já ocorrido; o MARÉ mede preparação demonstrada antes do evento, então eles nunca pontuam (Correção B, §5.6). Este mapa é um registro de transparência à parte — não um histórico completo do país, mas o que foi localizado em fontes oficiais.
7 · Transferências e repasses — habilitação federal
Repasses estaduais confirmados (Prepara RS) em azul, com tamanho proporcional ao valor; municípios habilitados a recurso federal de resposta em ocre. Passe o mouse para ver faixa e valor.
Ver números e cobertura do mapa
Repasses estaduais (preventivos): — confirmados pelo Prepara RS a — municípios gaúchos, fundo a fundo (—). Pagos antes do dano do ciclo, condicionados a plano de contingência atualizado e coordenador designado (Resolução FUNDEC nº 008/2026), com focalização pelo histórico de calamidades de 2023-24. Não localizamos programa análogo em outro estado até o corte.
Habilitação federal (rota de resposta): — municípios do país têm reconhecimento vigente e podem solicitar recursos de resposta pelo S2iD, com crédito no Cartão de Pagamento de Defesa Civil. Habilitação não é recebimento.
Cobertura do mapa: apenas municípios nomeados em fonte pública. Em PB, RN e RO, os totais oficiais (147, 166 e 38) superam os nomeados; a diferença está registrada nos percentuais por UF.
Gráficos analíticos
Seis leituras cruzadas dos 27 registros estaduais e das 27 capitais verificadas. Todos os valores vêm dos registros publicados nas fontes citadas. Passe o mouse para ver quais estados compõem cada categoria.
1 · Status geral dos planos estaduais
Das 27 UFs, quantas têm plano novo, readaptado, em elaboração, recorrente ou nenhum plano nominal.
2 · Status por região
Distribuição dos status por região; mostra se a ausência de plano é dispersa ou concentrada.
3 · Financiamento federal por área (R$)
Quantos programas federais atuam em cada área de risco; programas que cobrem mais de uma área contam em cada uma delas.
4 · Status das 27 capitais
O retrato muda quando se olha a execução municipal, não só a estadual.
5 · O vão da prova: municípios com plano, declarado × documentado (PR · SC · RS)
Municípios com plano declarado a órgão de controle ou sistema estadual versus municípios com documento localizado por esta verificação. Só PR, SC e RS mantêm levantamento público nominal; critérios no documento de metodologia.
6 · Áreas temáticas dos instrumentos estaduais (COBRADE)
Classificação pela taxonomia oficial de desastres: o grupo Seca (1.4.1) compreende estiagem, seca, incêndio florestal e baixa umidade; a família das chuvas reúne os grupos Meteorológico (1.3) e Hidrológico (1.2). Instrumentos multiárea contam em cada uma; passe o mouse para ver os estados.
Como o dinheiro chega
Como o dinheiro do ciclo El Niño chega (ou não) aos municípios, e onde verificar cada etapa — contexto para o mapa de transferências (item 7, acima). Importante: a maior parte do plano federal de R$1,335 bi é execução direta da União (estoques CONAB, cestas, ForSUS) e não vira transferência municipal; o que chega às prefeituras são as transferências obrigatórias de defesa civil (Lei 12.340/2010) e repasses estaduais fundo a fundo.
1 · O caminho do recurso federal de resposta
Seis etapas rastreáveis, do decreto municipal ao cartão de pagamento.
- Município decreta situação de emergência/calamidade
- Registra o desastre no S2iD (FIDE + documentos)
- SEDEC/MIDR reconhece por portaria no DOU: é o gatilho do dinheiro
- Município solicita recursos de resposta pelo S2iD (plano de trabalho)
- Recurso liberado no Cartão de Pagamento de Defesa Civil (CPDC), sem convênio
- Prestação de contas; reconstrução/prevenção seguem via Transferegov
2 · Onde monitorar cada etapa (fontes oficiais)
Endereços públicos de verificação, na ordem do caminho do recurso.